Com Jon Snow e Daenerys juntos, histórias se estreitam em “Game of Thrones”

21st agosto 2017   ·   0 Comentários

Com o fim da temporada próximo, série aposta da relação Daenerys/Jon Snow e, claro, nos dragões. 

A sétima temporada de “Gama of Thrones” tem focado principalmente na relação entre Daenerys (Emilia Clarke) e Jon Snow (Kit Harington). Ele vai pedir sua ajuda, mas não quer se ajoelhar e aceita-la como sua rainha.

Eles sabem muito pouco um do outro mas, ao longo da temporada, vão compreendendo suas motivações. No final, esse encontro era algo que os fãs queriam desde o começo. Mesmo pairando a possibilidade de Jon ser sobrinho de Daenerys, baseado na profecia de fãs, a torcida é para que eles acabem juntos.

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Mais uma vez, Daenerys e seus dragões salvam o dia em “Game of Thrones”

Foto: Divulgação/HBO

Sendo assim, foi decepcionante ver Jon partindo sem Daenerys no quinto episódio, saindo em busca de um caminhante branco sem o apoio da mãe de dragões. Seus filhos, por sinal, tem sido bem aproveitados nessa temporada, e estão pagando o preço por isso também. Com um dragão a menos, Daenerys deve repensar sua estratégia e, com Jon decidindo dobrar o joelho, deve fazer dele seu maior aliado em “Game of Thrones”.

Reencontro

O grupo que parte para além da Muralha no começo do episódio é curioso. Personagens que, ao longo dos anos, vagaram por Westeros sem destino aparente, além de Jorah (Iain Glenn), que a essa altura do campeonato faria qualquer coisa pro Daenerys. O encontro com um urso polar zumbi (!) além de tirar o fôlego de quem assistia, dava indicações de que a tarefa de encontrar um caminhante branco para levar a Cersei (Lena Headey) e ganhar seu apoio não seria fácil. Mas ninguém imaginava que seria impossível. Quando o grupo é finalmente encurralado e se vê sem saída, prestes a morrer, é Daenerys que surge sozinha com seus dragões (no que foi, sem dúvida, a viagem de dragão mais rápida da história dos Sete Reinos) e salvou o dia.

Jon Snow, em outra ocasião, ainda precisou contar com outra ajuda para evitar morrer pela segunda vez em menos de 24 horas. Seu tio Benjen Stark (Joseph Mawle) aparece justamente para esse propósito, morrendo logo depois. Abalada tanto pelo dragão quanto por Jon, Daenerys está prestes a aceitar mais uma derrota desde que chegou em Westeros quando um semicongelado Jon retorna para a Muralha. Juntos, eles vão tentar convencer Cersei em Porto Real que é preciso esquecer de todas as outras guerras e focar em derrota do Rei da Noite e seu exército (que agora inclui um dragão zumbi).

Crise no norte

Um grupo inesperado partiu para além da Muralha

Desde quando Ned Stark (Sean Bean) saiu de Winterfell, a região norte nunca mais encontrou sossego. Primeiro a rebelião de Robb (Richard Madden), depois o breve domínio de Theon Greyjoy (Alfie Allen), até o terror de Ramsay Bolton (Iwan Rheon). Agora novamente sob o domínio dos Stark, o norte deveria ter dias melhores, porém Mindinho (Aidan Gillen) não vai permitir. Na parte mais fraca do episódio, Sansa (Sophie Turner) e Arya (Maisie Williams) debatem sobre a quem pertence o norte, em uma atitude que mostra que, mesmo depois de tudo o que ambas passaram, elas preferem se agarrar a convicções infantis do que se unirem.

Foi um episódio de tirar o fôlego. Foi também a constatação de que os produtores e roteirista David Benioff e D.B Weiss se desprenderam de vez das amarras de George R. R. Martin, e imprimiram seu próprio ritmo a “Game of Thrones”. Afinal, falta apenas um episódio nessa temporada, e sete no total para definir quem acaba no trono de ferro.

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